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Energia Forte no Campo recebe prêmio nacional em Brasília

Programa do Governo do RS é reconhecido por levar energia trifásica ao campo e impulsionar a agricultura com mais investimentos

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Fotografia de um troféu colorido em formato estilizado de raio, nas cores verde, amarelo, vermelho e laranja, sobre base preta. Ao fundo, aparece o texto: “Programa Energia Forte no Campo recebe prêmio nacional em Brasília”. No canto superior, logomarca do Governo do Rio Grande do Sul e da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura.
Programa do Governo do RS é reconhecido por levar energia trifásica ao meio rural. - Foto: Arte: Jordana Espinoza

O Programa Energia Forte no Campo (EFC), do Governo do Rio Grande do Sul, recebeu o Troféu de Reconhecimento no 1º Congresso Brasileiro de Minas e Energia (CBME 2025), realizado em Brasília, nesta segunda-feira (22/9). O projeto, que leva energia trifásica ao produtor rural, foi destacado pela contribuição ao fortalecimento do setor energético e ao desenvolvimento da agricultura.

O evento, inédito, reuniu representantes de diferentes segmentos de energia além de instituições públicas e privadas, com o objetivo de promover diálogo e definir diretrizes estratégicas para mineração e energia no país.

Executado pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), em parceria com as cooperativas de eletrificação rural do Rio Grande do Sul, o programa busca qualificar as redes de distribuição no meio rural, sobretudo por meio da implantação de redes trifásicas. A iniciativa conta com contrapartida financeira do Estado, ampliando o acesso à energia elétrica com maior potência e qualidade. Isso garante mais conforto às famílias, além de viabilizar investimentos produtivos na agricultura, nas agroindústrias e nas indústrias instaladas no interior.

A secretária da Sema, Marjorie Kauffmann, destaca que o programa foi concebido ainda quando existia a Secretaria de Minas e Energia, sendo concretizado a partir de 2020, já na Secretaria do Meio ambiente  e Infraestrutura, com a destinação de recursos do Estado à iniciativa. “O sucesso da ação é demonstrado com o crescente investimento e adesão das cooperativas, melhorando a qualidade de vida dos produtores rurais.”, reforça Marjorie.

Já Rodrigo Huguenin,diretor do Departamento de Energia da Sema, afirma que o troféurecebidono Congresso Brasileiro de Minas e Energia representa o reconhecimento nacional ao esforço conjunto do governo do Estado e das cooperativas em levar energia de qualidade ao meio rural. “O Programa Energia Forte no Campo já mostra resultados concretos na vida das famílias e na produção agrícola, e este prêmio reforça a importância de ampliarmos ainda mais essa iniciativa”,destacou.

Fotografia de dois homens de terno e gravata segurando juntos um troféu colorido em formato estilizado de raio. Eles sorriem para a câmera em frente a um painel azul com o texto: “CBME 2025 – I Congresso Brasileiro de Minas e Energia, 22 set | Brasília – DF, Casa da Energia, Lago Sul”. O painel exibe também logomarcas de entidades apoiadoras e organizadoras do evento.
Secretário Adjunto Marcelo Camardelli e diretor de Energia da Sema Rodrigo Huguenin recebem troféu em Brasília. - Foto: Divulgação Ascom

Programa entrou em sua 5ª Fase de execução

A 5ª fase do Energia Forte no Campo foi lançada neste mês de setembro, durante aExpointer 2025. Nesta etapa, a participação do Estado passa de 20% para até 35% e foram incluídos projetos de subestações. O investimento estimado é de R$ 369 milhões, dos quais R$ 71,3 milhões serão aportados pelo governo estadual.

Resultados já alcançados

Criado em 2020, o programa já beneficiou 10.717 consumidores, com impacto direto no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida das comunidades rurais. Nas quatro primeiras fases, foram executados 345 projetos, que resultaram em 973 km de linhas trifásicas em 122 municípios. O investimento estadual somou R$ 19,9 milhões, alavancando mais de R$ 102 milhões em obras realizadas em parceria com as cooperativas.

A ampliação do Energia Forte no Campo se justifica pelos resultados já obtidos e pela necessidade de reforçar a resiliência do sistema elétrico diante dos eventos climáticos extremos que vêm atingindo o Rio Grande do Sul, especialmente as enchentes de 2024.

Texto: Tamires Tuliszewski – Ascom Sema

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